Comumente imaginamos uma alcateia de lobos atacando um indefeso animal sem esperanças de sobrevivência. O que você provavelmente não sabe é que há atitudes importantes que precedem o ataque - procedimentos da parte dos lobos e procedimentos do lado da presa.
Para começar, lobos têm a tendência de perseguir os animais fracos, doentios, e velhos de um rebanho. Honra seja dada aos lobos por essa prática, pois serve para conservar o rebanho forte e sadio, eliminando os inúteis. Mas há comportamentos discretos por parte da presa que ajudam os lobos na matança - condutas que, se mudadas, muitas vezes fariam os lobos ignorar a presa e continuar a busca em outro lugar.
Certa vez, observou-se um grupo de lobos à espreita de três búfalos, em Alberta. Dois dos búfalos eram sadios, e o terceiro doente. Todos os três estavam deitados pacificamente no gramado, ruminando seu a alimento. Quando a presença dos lobos foi percebida pelos búfalos, os dois sadios permaneceram onde estavam e ignoraram o bando, mas o adoentado mostrou-se nervoso, levantou-se, e foi atacado. Os dois sadios não foram molestados.
Outro sinal que a vítima apresenta é correr. Por exemplo, se um bando de lobos se aproxima de um veado, sua melhor chance de sobrevivência é permanecer em seu território, recusando-se a correr, e talvez até caminhar em direção aos lobos. Este é aparentemente um sinal de que a pretensa vítima é sadia demais para ser morta. Também parece que os lobos. preferem atacar quando sua presa está cor- ' rendo. Se o veado correr, é quase certo que será perseguido e morto.
Nada agrada mais ao diabo do que nos assustar levando-nos a i~ de crer que não temos a menor chance. E se nosso relacionamento com Jesus não é tão sadio como poderia ser, tornamo-nos alvos perfeitos de Satanás. Mas quando dependemos de Jesus e conservamos nossa relação com Ele, podemos encarar o maligno nos olhos e vê-lo fugir de Jesus assustado.