Uma Palavra Amiga

A salamandra pré-histórica do riacho Purgatório

10 de Maio
"Converteu o deserto em lençóis de água, e a terra seca em mananciais. Estabeleceu aí os famintos, os quais edificaram uma cidade em que habitassem." Salmo 107:35, 36
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Uma das criaturas mais estranhas de que jamais ouvi falar foi encontrada em 1895 perto de San Marcos, Texas, quando alguns perfuradores de poços estavam tentando furar um poço artesiano para abastecer uma incubadora de peixes. As perfurações chegaram a cerca de 60 metros de solo para alcançar o riacho subterrâneo chamado Purgatório. Com a água que veio do poço, veio também uma criatura nunca vista anteriormente por olhos humanos e provavelmente por quaisquer outros olhos.

Lá, vivendo bem no fundo da terra, havia um tipo de salamandra desconhecido mesmo nas cavernas. Essa salamandra pré-histórica, não possui olhos; quase que nem tem mesmo cabeça. Seu corpo é extrema e grotescamente delgado, estreitando-se abruptamente na cabeça. Suas pernas são irregularmente longas, ajudando-a a procurar alimento por áreas amplas com um mínimo de esforço e ajudando-a a permanecer em pé e estar melhor habilitada para sentir os movimentos feitos por minúsculos organismos que nadam e passam boiando. A quantia de alimento disponível no Riacho Purgatório é muito pequena. Os limnologistas (os que estudam a água doce) estão admirados de que tal animal possa existir num ambiente tão pobre em alimento.

A salamandra pré-histórica tem um órgão de linha lateral altamente desenvolvido, mais do que a maioria das criaturas aquáticas. A linha lateral é uma linha especial de sensores de movimento ao lado da maioria das criaturas aquáticas. É este órgão que habilita um cardume de peixes a nadar de uma maneira tão ordenada. Quanto mais sensíveis são os sensores de linha lateral, mais fácil é detetar movimento nas águas.

A força vital que veio de Deus na Criação é tão forte que está constantemente em funcionamento ajudando os descendentes do Éden a sobreviverem em situações que parecem impossíveis para nós. Podemos nós duvidar alguma vez de que Deus cuidará de nós?