Um casal de ratos vivendo num porão, lata de lixo, esgoto ou depósito de lixo de uma cidade, hoje, poderá ter mais de 15.000 descendentes daqui a um ano. Desde o antigo Egito, o homem tem procurado ganhar a guerra contra os ratos por razões de saúde ou econômicas. Mais de vinte doenças diferentes são transmitidas pelo rato, incluindo a pavorosa peste bubônica que tem ceifado a vida de milhões de pessoas. E os ratos comem mais do que um quinto de todas as colheitas plantadas pelo homem. Milhões de cruzeiros são gastos anualmente na tentativa de eliminar os ratos, mas ainda os roedores prosperam e parecem aumentar, literalmente aos saltos e aos pulos, mesmo sob as circunstâncias mais adversas. Mesmo quando uma ilha no Pacífico explodiu num teste de bomba atômica, os ratos permaneceram vivos.
Estamos falando especialmente sobre duas espécies de ratos: o rato castanho, que chega a pesar meio quilo e o rato preto que pesa a metade disso. Ambas as espécies vivem em todo o globo.
Parece que não há meios conhecidos para ganhar a guerra contra os ratos. Tudo o que se pode fazer é controlá-los de modo que não cresçam muito em número. Reproduzem-se tão depressa que se tornam imunes a venenos e então transmitem essa imunização a seus filhotes. O rato parece indestrutível.
Conhecendo estes fatos a respeito dos ratos, vem-nos à mente um problema bem maior, um problema que provocou o problema dos ratos, desde o início: não importa o que façamos, o pecado parece estar aumentando. Há mais lixo e sujeira espiritual hoje no mundo do que nunca antes, e o pecado parece sobreviver aos nossos maiores esforços para vencê-lo ... Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso ''Senhor Jesus Cristo'', podemos ainda ganhar a guerra contra os ratos. Com Jesus não há dúvida de que podemos vencer a guerra contra o pecado e viver numa terra renovada, onde não haverá problema de ratos.