Recentemente lemos um artigo numa revista científica intitulado ''Evolução Instantânea''. O artigo falava a respeito de uma nova espécie de canguru que havia se desenvolvido na ilha de Oahu, no Havaí.
Um casal de cangurus australianos escapou de um zoológico no. Havaí em 1916. Desde essa ocasião (há aproximadamente 70 anos) os descendentes desse primeiro casal já geraram uma população de várias centenas de cangurus. Mas eles não se parecem com seus ancestrais australianos, e nisso está um mistério que de algum modo tem confundido os zoólogos que estudam esses interessantes animaizinhos.
Em menos de 60 gerações esses pequenos marsupiais conseguiram reproduzir um tipo de canguru que é menor, de cor mais clara e – o mais notável de tudo – tem uma construção bioquímica diferente que lhe permite comer plantas do Havaí que teriam sido venenosas para seus ancestrais australianos. Em termos humanos, isto seria como reproduzir um tipo de pessoa completamente diferente em algum lugar da Terra em menos de 1.500 anos, uma pessoa que não somente tivesse uma aparência diferente, mas que fosse capaz de viver num ambiente radicalmente diverso daquele de seus antepassados.
Levando em conta a extensão de tempo que a maioria dos evolucionistas acredita ser necessário para fazer o que esses pequenos cangurus fizeram em um período tão curto, James Laxell, o zoólogo que os descreveu como uma nova espécie disse: "Evoluir para uma nova espécie inteiramente diferente em apenas 60 gerações ... é algo bastante espetacular.'' Será que isso é espetacular para nós que acreditamos que todas as criaturas do mundo têm degenerado para o estado em que se encontram hoje em apenas cerca de 6.000 anos? Não penso que isso seja de algum modo assombroso. É simplesmente um testemunho da adaptabilidade das criaturas que Deus criou. Mesmo depois de 6.000 anos de pecado, o fôlego de vida ainda é saudável.