Como parte da previsão do tempo apresentada na TV norte americana, muitas vezes os telespectadores são informados sobre o "índice de pólen" para ajudar aqueles que sofrem de alergia a saberem se podem ou não sair. Esse índice é baseado no número de grãos de pólen e de outras partículas em 30 centímetros cúbicos de ar. Esses minúsculos grãos de pólen, levados pelo vento, são apenas uma parte das partículas vivas de pó que estão presentes aos milhões no ar que nos cerca. Sem o auxílio de uma lente de aumento elas parecem como pó, mas além de pólen há esporos de plantas tais como algas e fungos, bem como animais de uma célula.
Ao fazer esse levantamento sobre o ar, 25 metros acima do solo, no Estado do Texas, em abril e maio de um determinado ano, os botânicos descobriram que havia mais esporos de algas do que de pólen, mas que os esporos de fungos ultrapassavam em grande número os outros dois combinados. Quando examinaram os esporos das algas, os cientistas descobriram que havia 52 tipos diferentes.
Quanto maior a altura, tanto menor o número de poeira viva encontrada nas amostras. A 3.000 m de altitude somente 5 ou 6 micróbios são encontrados e a 9 ou 12 mil metros o número é reduzido a 1 micróbio em 120 m3 de ar. Mas os esporos têm sido encontrados em altitudes ainda maiores; por exemplo, esporos vivos de penicilina toram encontrados entre 30.000 a 40.000 metros acima da Terra.
O ar está cheio de pequeníssimas coisas vivas, e as correntes aéreas estão constantemente transportando essas partículas vivas de pó para todas as partes do planeta. Se não fossem as qualidades mantenedoras da saúde que o Criador também providenciou, ninguém seria capaz de sobreviver aos possíveis males levados pelo vento por todo o mundo.