Piney apresentou-se à família Vermont, batendo no nariz do cachorro da casa com seus espinhos. O pequeno porco-espinho órfão foi imediatamente adotado, recebendo uma casa de caixa de papelão para morar e servido com alface e plantas selvagens que os porcos-espinhos gostam de comer.
Mas essa "almofadinha de alfinetes" quase morrendo de fome, recusava-se a comer ou dormir. Ele nem mesmo olhava para seu alimento; sua única resposta para sua nova família era virar as costas para eles, eriçar-se e simplesmente desafiar qualquer um que o tocasse. O pequeno espinhudo estava tão ocupado se defendendo que não comia, de modo que foi alimentado à força com uma mistura de leite, mel e uma pitada de sal. Esta tortura exigiu que seus pais adotivos vestissem japonas de couro e luvas de esquiar para segurá-lo sem ficarem feridos com os espinhos e a maior parte do leite acabava por cima dele e da pessoa que o alimentava.
Após vários dias de trabalho com esse animalzinho insubordinado, a filha da casa teve uma ideia. Parecia para a menina que esse porco-espinho simplesmente sentia falta de sua mãe e da segurança de um tronco aquecido. Assim, ela preparou uma caixa de papelão no formato de um tronco oco onde gentilmente colocou o bicho. Então pôs um pequeno aquecedor ao lado da caixa. Mas foi seu toque final que realmente resolveu o problema - ela deu um ursinho de pelúcia para o animalzinho.
Depois de alguns instantes a família deu uma olhada para dentro do "tronco oco" e lá estava Piney, juntinho do ursinho, dormindo – seu primeiro sono em uma semana. Logo Piney começou a comer voluntariamente, e até se tornou um animal de estimação, muitas vezes passeando nos ombros de um dos membros da família. Piney ficou com essa família por um ano aproximadamente e então voltou para a mata a fim de desfrutar da vida natural de um porco-espinho.
Estou muito contente porque meu Pai Celestial tanto nos amou que enviou Jesus que nos achou quando estávamos perdidos e nos providenciou um lugar tão confortável e seguro junto dEle. E você, não está contente também?