A ilha de Attu é uma ilha distante do arquipélago das Aleutas, no Alasca e é o ponto ocidental extremo dos Estados Unidos. Está tão a oeste que se encontra realmente no hemisfério oriental, se é que dá para entender.
Na primavera de 1978, vários de nós visitamos Attu para estudar a migração dos pássaros ali e gozar da beleza deste pequeno pedaço do mundo de Deus. As únicas pessoas que ocupam permanentemente a ilha são algumas dúzias de homens designados temporariamente na sede da Guarda Costeira. Além deles, os únicos seres viventes são os pássaros, algumas raposas importadas, várias pequenas árvores plantadas durante a Segunda Guerra Mundial e uma infinidade de plantas da tundra que cobrem o chão.
Havíamos planejado primeiro permanecer duas semanas, mas o tempo ficou tão ruim que todos nós, exceto um, decidimos partir no décimo primeiro dia. Havia uma pista na ilha, mas sem radar ou luzes, por isso o piloto do avião tinha de ver claramente para poder descer. Frequentemente, durante dias seguidos, Attu fica coberta com neblina tão espessa que nenhum avião pode descer.
O dia de nossa partida estava garoento e uma neblina muito espessa pairava sobre a ilha. Temíamos que o avião que vinha de Anchorage, a 900 quilómetros de distância, não pudesse aterrissar e tivesse que voltar sem nós. Ao se aproximar a hora da chegada do avião, pensei em como estamos encalhados neste mundo. Não havia nenhuma maneira de sair de Attu a não ser por avião. Não há maneira de sair deste mundo senão através de Jesus.
Olhos ansiosos observavam o céu, e graças a Deus, na última hora, a neblina clareou o suficiente para permitir que o Sol brilhasse e desse suficiente visibilidade para o avião aterrissar. Primeiro ouvimos e depois vimos nosso avião surgindo através da abertura na neblina brilhante. Aplausos irromperam de todos que esperavam e eu pensei enquanto mais significativos serão os aplausos quando Jesus vier nas nuvens dos céus.