Você naturalmente reconhecerá este texto, como o mais curto da Bíblia, mas em muitos aspetos é também o mais longo, por causa do amor que está encerrado nessas duas pequenas palavras.
É evidente que não podemos saber, até que ponto os animais têm sentimentos parecidos com os nossos, e é um erro atribuir ao sentimento de um animal a maneira humana de sentir ou de se emocionar, mas há algumas experiências que observamos em animais, as quais são difíceis de serem descritas de qualquer outra forma.
Tomemos, por exemplo, a maneira como os elefantes agem quando se deparam com um membro caído em sua manada. É do conhecimento geral que os outros membros do grupo farão todo o esforço possível para reabilitar o elefante moribundo. E depois de morto, observa-se um comportamento que se assemelha a uma lamentação pelo membro que se foi. Os elefantes com frequência parecem estar enterrando seu morto ao colocarem varinhas e capim sobre o corpo.
Quando os elefantes encontram os ossos de um outro que já morreu há muito, reúnem-se em volta do esqueleto e ternamente ajuntam vários ossos, especialmente os dentes, seguram-nos no ar, caminham ao redor, e algumas vezes carregam-nos até certa distância antes de deixá-los novamente no chão.
A mais notável demonstração de emoção de um animal que já tive oportunidade de conhecer, encontra-se no livro intitulado The Dynasty of Abu (A Dinastia de Abu), de Ivan Sanderson, o famoso explorador das matas. Ele fala de uma elefanta de circo chamada Sadie, que não conseguia desempenhar seu papel e tentou sair do picadeiro, mas recebeu a ordem de voltar. ''Diante disso, Sadie encurvou-se sobre os joelhos e então deitou-se de lado. Os dois homens ... ficaram estupefatos por alguns momentos, pois Sadie estava chorando como uma pessoa. Ela deitou-se ali, as lágrimas rolando e com soluços que sacudiam seu enorme corpo.''
Felizmente para todos nós, Jesus foi capaz de efetuar Seu trabalho na Terra. Ele chorou em várias ocasiões, sempre movido pelo profundo amor que tem por você e por mim.