Uma Palavra Amiga

A barata-do-fundo-do-mar

19 de Setembro
"Nas Suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes Lhe pertencem. DEle é o mar, pois Ele o fez; obra de Suas mãos os continentes." Salmo 95:4 e 5
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A barata-do-fundo-do-mar não é realmente uma barata, mas como se parece bastante com uma, recebeu esse nome. Você pode dar graças que essa criatura não vive perto de sua casa, pois cresce até atingir 35 centímetros de comprimento e não seria muito agradável encontrar um bicho desses em seu porão ou despensa. Mas, não há possibilidade de acontecer isso porque a barata-do-fundo-do-mar, como o nome indica, vive nas profundezas do oceano; sua casa fica a uns 1.200 m abaixo das ondas do mar.

A barata-do-fundo-do-mar é da família do caranguejo e outros crustáceos, mas o parentesco é provavelmente muito distante. Ela está coberta com uma concha dura e tem sangue à base de cobre, o que faz com que adquira a cor azul quando exposto ao oxigénio. Esta criatura tem o que se parece com dois olhos triangulares, dando à sua cabeça a aparência de uma nave espacial. Mas, aparentemente seus olhos não têm utilidade, pois não respondem a luz alguma. E para que serviria a visão a 1.200 m de profundidade onde não há luz alguma, exceto aquela produzida por uns poucos animais?

Esta criatura era tida como extinta, uma vez que por aproximadamente cem anos apenas espécimes mortos eram dragados das profundezas. Recentemente, contudo, vários espécimes foram trazidos vivos e agora vivem no aquário de Nova Iorque, onde estão sendo estudados minuciosamente como criaturas vivas, pela primeira vez. Este animal das profundezas tem cinco seções para seu aparelho digestivo, o que é incomum. Os cientistas empenhados em estudá-la não sabem qual poderia ser seu alimento, embora suas poderosas mandíbulas sejam capazes de rasgar carne.

A barata-do-fundo-do-mar é uma criatura misteriosa a respeito da qual se sabe tão pouco que há mais perguntas do que respostas. Gostaria de saber o que Jesus sente acerca das baratas-do-fundo-do-mar. Elas são, no mínimo, descendentes de algum ser vivente que Ele criou, e seu poder criador continua a sustentá-las como também a nós.