Os últimos lugares da terra que o homem ainda não explorou são as profundezas do mar. Para ilustrar como é difícil chegar lá e viver para contar a história, deixem-me contar-lhes acerca do Falcão do Abismo.
Um engenheiro marítimo com o nome de Graham Hawkes projetou e está construindo uma embarcação exploratória individual para as profundezas do mar chamada Falcão do Abismo. Ela foi idealizada para operar inicialmente a uma profundidade de mil e seiscentos metros. A esta profundidade a pressão é de mil quilos por centímetro quadrado. A pressão em toda a superfície do Falcão do Abismo é de dois milhões e oitocentos mil quilos.
Hawkes espera poder aperfeiçoar seu engenho para descer à parte mais profunda do oceano – o Abismo das Marianas, a doze mil metros de profundidade da superfície do Oceano Pacífico, ao sul de Guam. Os problemas para se trabalhar a estas profundidades são incríveis. O Falcão do Abismo não pode possuir nenhuma rachadura nem mesmo fios penetrando em seu casco de vidro. Toda sua ação mecânica necessita ser controlada de seu interior por controles remotos de rádio, que passam pelo grosso casco aos motores e engrenagem eletrónica que movimenta o veículo para o fundo e através da água.
Pequenas nadadeiras parecidas com asas montadas em ambos os lados do engenho - que terá formato de bolha, ajudam na descida do Falcão do Abismo, permitindo que paire inclinado ou pouse cautelosamente. No interior do veículo será estocado oxigênio suficiente para cem horas, mas se alguma coisa não funcionar bem, o Falcão do Abismo automaticamente se desfaz de seus pesos e sobe imediatamente para a superfície.
Não foi acidentalmente que Jesus usou as profundezas do mar como um exemplo do lugar onde Ele coloca nossos pecados quando Lhe pedimos que os perdoe. Ao oferecermos nossos pecados passados a Jesus, Ele promete não somente lançá-los nas profundezas do mar, mas também não Se lembrar mais deles. Jesus não é maravilhoso?